7 dias escrevendo de tudo, dia 6: #mimimis

Querido blog,

apesar de legal este desafio, tem dias que estamos cansados demais pra escrever. Hoje é um desses dias. Acho que é meio que um acúmulo dos dias no início da semana que não dormi bem por causa do calor, aliado com a rotina de acordar cedo pra fazer os exercícios . Mas deixa de #mimimi. Os exercícios estão muito legais, tô adorando em especial as aulas de bike.

São tão menos felizes os dias que não vejo meu elefantinho verde…  <3 Em compensação, outros elefantinhos de outras cores aparecem meio que querendo casar comigo. Por que há tantos desencontros nessa vida? Oh não, outro #mimimi

Enfim, isso me lembra os versos de “Quadrilha”, de Carlos Drummond de Andrade.

João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.

C’est la vie…


borbolefantes, by Rossana, 2007

Borbolefantes de novo 🙂



Maaaaaaaaaaaaaas…

Falemos de coisas legais: amanhã vou estar monitorando, de manhã, o Global Game Jam na Unisinos 🙂 Amanhã falo mais dele! 🙂 🙂 🙂

Desafio: 7 dias escrevendo de tudo

Tive esta ideia quando li a seguinte reportagem, da revista Super Interessante: “Escrever faz você perder peso“. Calma aí, não se empolguem demais, gurizada! 😉 A reportagem traz uma daquelas pesquisas estatísticas que tentam correlacionar coisas que, aparentemente, não tem ligação nenhuma. Resumindo, a hipótese que regeu o experimento era de que o ato de escrever, para quem gosta, acaba diminuindo a ansiedade e a necessidade de comer para aliviá-la. Eu acredito que faz sentido, mas não que seja uma fórmula mágica para ajudar a emagrecer.

De qualquer forma, como iniciei o ano com o firme propósito de cuidar mais da minha saúde e alimentação, pensei que este poderia ser um exercício aliado na minha batalha contra os quilinhos extras adquiridos nos últimos 2 anos, acumulados justamente por ansiedade diante das mudanças bruscas que minha vida passou. E como eu nem gosto de escrever, hehehe #NOT. 🙂

A ideia é a seguinte: fazer posts diariamente, por uma semana. Como estou de semi-férias, não vou me esforçar para fazer posts técnicos ou rebuscados. A ideia é relaxar a mente descarregando tudo neste blog, apenas com a seguinte regra de disciplina: pelo menos 1 post por dia, nem que seja escrevendo que não estou a fim de escrever naquele dia.

Bom, caros leitores do blog (aliás, esse blog é tão introvertido que nem tem aqueles lances de “seguir”, né? Pior que nem sei como fazer isso, nunca procurei, hehehe), é algo super-hiper-mega pessoal. Eu poderia ficar escrevendo só pra mim, mas ao mesmo tempo acho legal escrever com a expectativa de que talvez alguém vá ler e emitir alguma opinião 😉 Eu sou uma escritora reprimida mesmo 😛

Pra terminar o post, vou colocar um dos meus poemas do meu livro secreto “Paquíndrome“, relacionado ao assunto:

Efalantes

Observei que os elefantes
Não são seres muito falantes.
Ah, se lhes "desse na telha"
De escrever nas suas orelhas
Tudo o quanto não falam...
Quantas páginas gigantes
Seriam as orelhas dos elefantes!!!

É isso. Em breve o post do primeiro dia.

Até mais, e obrigado pelos morangos!

Esta semana estou lendo um livro entitulado “O Evangelho Maltrapilho”, de Brennan Manning. Trata-se de uma leitura que foca em mostrar às pessoas um Deus amoroso e não aquele ser cruel que muitos idealizam, sempre querendo nos castigar pelas mínimas mancadas. Num pedacinho do livro, o autor ilustra, com uma estória muito legal, a idéia de sabermos aproveitar as coisas boas do presente, sem remoer o passado ou temer o futuro. Queria deixar, nesse post, só essa estorinha, pra vocês meditarem. Ela não é uma estória criada pelo autor, trata-se de um conto popular. Ei-lo, conforme o trecho do livro citado acima:

“O significado de viver em fidelidade ao momento presente, sem retroceder ao passado ou antecipar o futuro, é maravilhosamente ilustrado pela história de um monge que estava sendo perseguido por um tigre feroz. Ele correu até a beirada de um despenhadeiro, olhou para trás e viu o tigre rugindo e pronto para dar o bote. O monge então notou uma corda que pendia da beira do precipício. Ele agarrou-a depressa e começou a descer a lateral do despenhadeiro agarrado na corda, para escapar das garras do tigre. Que alívio! Essa foi por pouco.
Ele então olhou para baixo e enxergou uma imensa extensão de rochas pontiagudas aguardando 150 metros abaixo. Ele olhou para cima e viu o tigre a postos no alto do precipício com as garras à mostra. Nesse exato momento dois camundongos começaram a roer a corda. O que fazer? O monge viu um morango que se estendia ao alcance da sua mão da face do despenhadeiro. Ele colheu-o, comeu e exclamou: “Que delícia; esse é o melhor morango que já comi na vida”. Se ele estivesse preocupado com as rochas abaixo (o futuro) ou com o tigre acima (o passado), teria perdido o morango que Deus estava lhe dando no momento presente.”

Think about! 🙂




Até mais, e obrigada pelos morangos! 🙂