Post curtinho, só pra registrar um causo acontecido essa semana. Estávamos minha irmã Janne e eu separando alguns bichos de pelúcia velhos para doar, guardados há tempos. Encontramos, então, minha hipopótama rosa de pelúcia, muito fofa. Sempre dei nome aos meus bichinhos. Ao contrário da maioria dos meus outros bichos, não consegui, de jeito nenhum, lembrar do nome da hipopotamazinha.
Fiquei me remoendo. Não é porque eu não gostasse dela (eu gostava muit0), mas nada me ajudava a lembrar o nome da bichinha. Até que, no dia seguinte, eu estava com dor de cabeça e resolvi dar uma cochilada de tarde. De repente, no meio da “cochilada”, surge uma luz! Não, eu não lembrei do nome da hipopótama. Mas lembrei que, na época em que ainda brincava com ela, eu havia feito um desenho, um retrato dela junto com uma zebrinha de pelúcia que eu também tenho. Abortei minha soneca e fui até minha pasta de desenhos favoritos da infância/adolescência. Achei o desenho.
E, para minha alegria, como na época eu era super organizada e colocava nome, data e título em cada uma das minhas obras, pude descobrir o nome dela.




Pois bem, eu sempre fui uma pessoa de não muitas palavras faladas (a menos que me dêem abertura — aí eu falo, hehe), mas que sempre gostou de expressar através de algumas formas de arte (escrita, desenhos, música) seus
sentimentos. E apesar de gostar de desenhar, eu entendo que meu talento não é dos mais desenvolvidos. Por isso, os traços da Fellow Sheep são muito simples: uma ovelhinha de corpo redondo, com uma cabecinha exibindo dois olhinhos ovais muito expressivos (na época eu não me dei conta, mas hoje eu sei
Minhas últimas brincadeiras foram uma tentativa de modelar a Fellow Sheep em 3D, usando o software