I’m on The Rock :)

Olás, seleto grupo de pessoas que se presta a ler as filosofações deste blog!! 😀

(aliás, andei até criando uma daquelas páginas de ‘Sobre o Blog‘, para alertar os curiosos que chegam aqui que tipo de coisa vão encontrar :))

Pois bem, o post de hoje pode parecer bobo para muitos que já vivenciaram o que eu vou contar. Mas como para mim foi uma experiência nova e única, não quero deixar de registrar. Eu me sinto meio ‘Sheldon Cooper‘ nesse lance de expressar emoções e como saber reagir diante de celebridades pessoas admiradas. E tudo aconteceu meio que de surpresa… Em poucas palavras: FUI AO SHOW DE 40 ANOS DA BANDA PETRA, nessa sexta-feira (14/09) que passou. \o/ 😀

Só uma palhinha, a melhor parte deixei pro final do post 😉

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7 dias escrevendo de tudo, dia 3: Random()

E cá estou, de volta a esta maluquice. Hoje estou mais feliz, já que choveu e refrescou um pouquinhozinho. Ainda está longe do clima ideal rossânico, mas pelo menos dá pra respirar. E chega de resmungos sobre o clima, coisa mais de velha! 😛

Tô num daqueles dias meio filosofante como um elefante, pensando em milhares de coisas. Uma coisa que me aflige no momento são as reformas (ou acabamentos) que preciso fazer no apê antes de me mudar. Preciso ainda colocar piso, queria pôr um gessinho no teto, e pintar o quarto e a sala com uma cor clarinha nas paredes (que hoje são brancas)… O problema é que ainda não sei quem contratar, e eu sou muito cagona tímida pra negociar essas coisas… :/ Enfim, tô com as chaves na mão, mas meio perdida sobre como prosseguir… Assim que as coisas clarearem (pretendo conversar com algumas pessoas nos próximos dias) vou atualizando. 🙂

Acabei de pintar as unhas, e tô digitando bem devagarinho. Isso me lembra que tenho um post sobre meu hobby esmaltístico a caminho, já coloquei as fotos, mas  falta eu escrever, hehe. Em breve sai 😛

Uma das coisas que eu tava filosofando enquanto pintava as unhas e fuçava no Facebook é sobre a explosão de posts nessa rede social (hoje a mais poluída, depois do falecido Orkut) de pessoas que estão solteiras e que não conseguem controlar o desespero a ansiedade sobre o assunto. Uma coisa é curtir ou soltar uma piadinha de vez em quando. A outra é postar TODO SANTO DIA aquelas mensagens do “Eu escolhi esperar” e outras mais humoradas. Gente, dá pra ser solteiro e feliz. É, pra maioria das pessoas, um ou mais momentos passageiros na vida, e acho que as pessoas tinham que aprender a curtir e aproveitar as vantagens disso. E não tô sugerindo sacanagem, tô falando justamente na oportunidade que temos, nesses momentos, de aproveitar a nossa própria companhia. Quem me conhece sabe que, pra eu aceitar a trocar de status de relacionamento, vou ter que encontrar uma companhia que seja melhor que a minha própria (ou torne ela melhor, romantizando).  Eu A-DO-RO esses tempos de filosofações, por exemplo. Preciso ter um tempinho só pra mim, senão eu me estresso de verdade. Sei que as pessoas são diferentes, com diferentes níveis de carência afetiva, mas #ficaadica (pra quem “serve o chapéu”): aproveite este tempo, curta-se, passeie, viaje, medite, enriqueça seu círculo social e “melhore-se”. 😉 Você precisa se amar bastante pra conseguir fazer alguém feliz. E não tô dizendo que eu não sinto falta, que não tenho dias que estou “subindo as paredes”.. Eu sou humana, tenho necessidade de carinho e tenho um corpinho bem saudável (graças a Deus) :P. E estou na luta (apesar de não parecer, para muitos, hehe) 🙂 O negócio é curtir todas as etapas. 🙂 Se alguém ainda tá a fim de ouvir meus bla-bla-blás sobre isso, tem um outro post só sobre idéias namorísticas rossânicas (apesar de um pouco antigo e muitas águas já terem rolado, a essência continua).

Bom, pra terminar este post meio aleatório, vou colocar umas musiquinhas do Coldplay (minha atual paixão musical — bom, depois do clipe do Paradise que eu postei aqui e minhas conhecidas maluquices elefantísticas 1  2 e 3 , a banda tem quase-que minha veneração, hehe) que eu adoro e expressam alguns dos meus sentimentos atuais.



 

 


E é isso por hoje 🙂

Idéias namorísticas rossânicas

O post anterior talvez tenha dado um ar de que eu estava deprê por situações amorísticas. Não que isso não estivesse incluido no pacote, afinal estou sozinha, mas afirmo-lhes que não é o que mais me preocupa(va) no momento. Graças a Deus (sim, a Ele mesmo!) eu estou bem melhor. Estou exercitando mais a minha fé nesses últimos dias, e isso tem sido muito bom. Vamos dizer assim, que meu coraçãozinho está fechado para reformas, até eu me considerar 100% e com condições de fazer alguém feliz. Então vou aproveitar que não estou mais tão “deprê” e estou num estado amorístico que eu considero  “neutro” (portanto, não é meu intuito lançar “indiretas” por meio deste post) para escrever algumas coisas que eu penso sobre o amor e rituais namorísticos:
  1. Seja por “predestinação” ou simplesmente pela “química dos corpos”, eu acredito que, quando é pra acontecer, acontece. Naturalmente. Por isso que quando eu começo a pensar demais, ver prós e contras, logo percebo que não é. O melhor é não se estressar: (“será que fulaninho gosta de mim…?”, “será que a gente combina?”, “será que…?” ). Se for pra acontecer, vai acontecer. Sou contra forçar a barra e “tentar por tentar”.
  2. Pra mim, estes são os papéis de cada um: a fêmea apenas seduz (isto é, tenta chamar a atenção para si) e o macho toma a iniciativa. Pode acontecer do macho ser seduzido sem a fêmea ter propositalmente chamado a atenção. Nesse caso, o macho precisa conquistá-la, explicitando o seu interesse, sendo gentil e etc. E se a fêmea falhar na sedução, ela até pode sutilmente tentar conquistá-lo, mas sem trocar o papel. Atacar, nunca. É muito deselegante. Macho que é macho, e que tem interesse de verdade, pode ser o mais tímido de todos, mas vai tomar a iniciativa sim. Pode ser careta e quadrado, mas é assim que eu penso.
  3. Beijo na boca é um carinho tão bonito, um momento especial e único, mas que foi tão banalizado… Vejo a gurizada, recém saindo das fraldas, começando cada vez mais cedo e sem dar valor nenhum, simplesmente para auto-satisfação e status. Acho isso lamentável. E se eu penso assim já sobre o beijo…
  4. Ainda tenho dúvidas do que é melhor: “os opostos se atraem” ou “os iguais se completam”… Mas de uma coisa tenho certeza: um casal precisa ter cumplicidade (palavrinha-chave para meu próximo relacionamento) nas ações e respeito quando os pensamentos divergem. Sem isso, nem pensar em ir adiante numa relação. É necessário haver diálogo e transparência nos sentimentos, em ambos os lados. Normalmente, os homens são mais fechados, é mais difícil “descascar a cebola”. Nessa hora é preciso ter tato, e nunca pressionar. E acho interessante sim, em alguns aspectos de personalidade, os dois terem características diferentes, mas que existindo o respeito, tornam-se complementares e deixam o casal mais completo.
  5. Namoro é uma fase de conhecer a pessoa que mexeu com você. É uma amizade com direito a carinhos-extra 😉 Não é definitivo ainda (tem volta), mas ao mesmo tempo, é um compromisso que se assume visando algo mais sério (viver ao lado da pessoa amada, para sempre). E por isso, não se deve esconder/mascarar quem você é. Casamento é uma aliança, um acordo que se faz se comprometendo a estar ao lado da pessoa pelo resto da vida. Pois bem, hoje este acordo pode, legalmente, ser desfeito. Mas ainda assim, acho um absurdo alguém casar pensando “ah! se não der certo, separa..!”. Ao meu ver, se você pensa assim, que não case com aquela pessoa. Case só com quem você sentir que será pra sempre. Você pode até se enganar, mas é mais provável que dê certo se você acreditar e se esforçar pra ser assim. Relacionamentos desgastam, e precisam de manutenções. Quem quer que seja pra sempre, vai se esforçar mais para tornar a relação eterna.
  6. Paixão é repentina e passageira. Mas, ao meu ver, são as enzimas para o amor :). O amor é um processo, em si, mais demorado (mas que pode ser devidamente catalizado pela paixão). Enquanto a paixão pode ser comparada a uma função descontínua e às vezes até periódica, o amor é uma função contínua e crescente (lá estou eu tentando matematizar a coisa… :P). Ainda assim, conseguimos confundir as coisas…
Sempre quis listar essas coisas. Quem me conhece mais a fundo, já sabe que eu penso assim. Mas eu nunca tinha organizado e listado assim, tudo de vez. Tudo o que está escrito aí são coisas simples, e que no entanto não são do senso comum dos humanos em geral. Você não precisa concordar comigo. É apenas a visão rossânica sobre o assunto.
Quero ver se começo a colocar posts mais técnicos também no blog… mas é que minha vida é tão intensamente técnica, que dou as escapadinhas sentimentais aqui…