Philadelphia

Finalmente, os post sobre a viagem à  Philadelphia. Como já expliquei no post anterior, fui para lá participar da conferência IVA (Intelligent Virtual Agents), que ocorreu dos dias 20 a 22 de setembro. Lá apresentei o artigo de parte de minha dissertação, de título Reflecting User Faces in Avatars, que você pode encontrar aqui ou pedir por e-mail para mim, caso tenha interesse. Como já comentei no post anterior também, foi minha primeira viagem internacional, e realização de um sonho de infância (conhecer os EUA). Claro, meu sonho estará completamente realizado quando eu for pra Disney, hehe. Mas agora tenho o visto por 10 anos, quem sabe o Papai do Céu não me presenteia neste meio tempo :)…

Neste post, pretendo relatar brevemente a viagem e citar as coisas que mais me chamaram a atenção, tanto da viagem em si, como da cidade, como da conferência.

OS  PRINCIPAIS FATOS

DIA 1

  • Embarquei as 6:00  na sexta-feira, dia 17/09/2010, no aeroporto Salgado Filho para Guarulhos, de onde a conexão saiu as 8h45 para ♪ New Yóóórk, New Yóóóóóórk ♪. Fui de TAM. Tudo ocorreu bem e cheguei bem  no horário previsto, 17h45 (de lá, 18h45 daqui). Eu era talvez a pessoa mais boba e mais feliz de todas… impossível não ficar com a musiquinha na cabeça, chegando lá.

  • Chegada em NY

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  • Chegando em New Yóóóóóóór, era necessário passar pela Imigração.  Era o momento que eu tinha um pouco mais de receio, pois sempre me disseram que o pessoal de lá  não é muito simpático nessa hora. Fiquei uns 40 minutos na fila, uma chatice.  Mas quando passei no guichê, foi tudo muito rápido. Depois disso, tinha a alfândega. Como eu declarei que tinha levado alimentos (guloseimas que a mãe da Karine mandou pra ela — explico depois), o homem perguntou que tipo de alimento era. Eu respondi: “Chocolate.” E ele “Oh! Ok!” E me deixou passar feliz, sem precisar mostrar  nada.
  • Recebida a permissão para entrar, peguei minhas bagagens, fiz check-in para a conexão para a Philadelphia e aí passei quase todo o restante do tempo (o embarque era as 20h30) procurando o local do embarque. O aeroporto de New Yóóóóóóór é enooorme, tem que pegar trenzinho e tudo para passar de um terminal para o outro.  Cheguei no meu portão meia hora antes do embarque. Morrendo de fome e sede. Mas aí, eu tinha que aproveitar para comprar minhas lembrancinhas (camiseta e caneca I <3 NY, itens obrigatórios). Então passeei pelas lojinhas perto do meu portão e comprei os itens tão indispensáveis. Ainda deu tempo de comprar uma Coca-cola, pra repôr as energias. Estava super-quente, suei à beça nas correrias.
  • Embarquei num teco-teco medonho de uma empresa que presta serviço para a Delta Airlines, uma tal de Chautauqua Airlines. Avião minúsculo e véééio pra caramba. Viajamos eu e mais umas 10 pessoas, no máximo. Mas a viagem New Yóóóór para Philadelphia é curtinha. O vôo saiu 21h10 e cheguei lá as 22h30, mas acho que uma meia hora levou até o avião conseguir permissão para decolar em NY.
  • Chegando em Philadelphia, peguei minhas bagagens, procurei um lugar pra pegar táxi e fui para o hotel. Entrei no quarto do hotel as 23h20. Alegria indescritível. Cansaço e fome também (estava só com o almoço do avião e a Coca-cola 600ml de NY, que eu levei comigo até o hotel e bebi o resto. O cansaço era muito maior do que a fome, então tomei banho e dormi na confortabilíssima cama do hotel. Hospedei-me no The Latham Hotel, bem no centro da cidade. É um hotel antigo, bem tradicional, há mais ou menos 2km da conferência, e que se encaixou dentro do meu orçamento. Muito bom o serviço deles, não tenho o que reclamar.

DIA 2

  • Acordei feliz da vida lá pelas 8h30. Feliz e com muitafome. Eu já sabia que o hotel não fornecia café da manhã, então saí pelas ruas em busca de comida. E o primeiro lugar aberto e aparentemente adequado para uma refeição matinal que encontrei foi o Starbucks. Eu ainda não sabia, mas o Starbucks é a maior rede de cafeterias do mundo. Adorei.  Lá tem café, bolinhos, sanduíches frios e quentes, frutas, iogurtes… Tudo muito gostoso, e com preço acessível (dava menos de U$10 a refeição). Virei fã, e este acabou sendo o lugar de boa parte de meus cafés da manhã e jantas (eu costumo tomar café). Depois descobri que ali em volta tinha pelo menos mais uns 3 ou 4 Starbucks. No total eu conheci 3 estabelecimentos deles.
    Starbucks

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  • Depois do delicioso café, fui explorando as redondezas do hotel até a hora do almoço. Passeei por uma praça muito bonita chamada RittenHouse Square, onde tinha uma feira de artes (quadros), monumentos legais, flores e muitas pessoas passeando com seus cachorrões. Fiquei sabendo que a maioria dos americanos gosta de cachorros grandes. Nesse meio tempo, entrei numa Apple Store (tentação, mas eu tive que resistir dessa vez, a grana era curta) e me informei sobre onde comprar um adaptador de tomada para meu netbook… lá todas as tomadas são do tipo “tracinho“, e a minha era do tipo “bolinha”. O vendedor foi muito prestativo e me indicou uma loja, na mesma quadra mas na rua paralela. Fui lá e resolvi o problema,  o que me possibilitou usar feliz o netbook e recarregar as baterias da minha máquina fotográfica. Ufa!
  • Continuando a caminhada, almocei dentro de um shoppingzinho chamado The Shops, em tipo de  um “Mc Donald’s especializado só em Mc Chickens”, chamado Chick–fil-A, bem gostoso (e gorduroso).
  • De tarde andei mais pelas redondezas, passei pela primeira vez pelo City Hall, Love Park e mais uns outros prédios históricos do centro de Philadelphia (Center City), a aproximadamente 1km do hotel. Caminhei um mooonte nesses passeios, até criei bolha no pé, mas foi legal.  Todos esses lugares que eu estou citando podem ser vistos no álbum de fotos, ao final do post.

DIA 3

  • Vou tentar resumir mais, tá muito comprido esse post. Nesse dia (domingo), passei o dia caminhando por tudo, peguei um Phlash (tipo um ônibuzinho turístico, em forma de bonde), que passou por todos os principais pontos turísticos da cidade. Alguns lugares, mais próximos, eu guardei a localização e fui a pé depois, como a Logan Square e, na quinta-feira, o Liberty Bell e Penn’s Landing. Almocei no Mc Donald’s! Comi um Mc Chicken, é gostoso, um pouco mais temperado que o daqui. Jantinha foi no amado Starbucks.
    Love Park

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DIA 4

  • Emoção!!! Começou a conferência. De manhã cedo tomei café no Starbucks e peguei o Troller, trem elétrico, rumo a conferência, conforme o Google Maps me tinha dito. E disse certo, ufa! O percurso era rápido, 4 estações após, aproximadamente uns 10 min de viagem. Descendo lá, levei uns minutinhos pra achar o hotel The Inn at Penn (local da conferência), apesar de estar na minha cara o tempo todo :P. Ainda assim, cheguei antes da conferência começar os talks. Fiz o check-in, e então teve as boas-vindas à conferência, uma palavrinha do chair professor Norman Badler (Upenn) e o maravilhos talk do palestrante convidado Paul Debevec (USC, ICT) — o cara.  O título do talk era “From Spider-Man to Avatar: Achieving Photoreal Digital Actors“. Apaixonante.

    Eu no IVA 2010

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  • Depois teve um coffee-break bem natural (iogurtinhos e frutinhas) e começou a primeira seção de papers. Todos os dias, tinha uma seção de manhã e duas de tarde (menos quarta, que era um workshop). De todas as seções dos 3 dias, anotei os que mais me chamaram a atenção, em especial: 1) um de adaptação interativa de parametrização interativa de movimentos, do grupo do prof. Marcelo Kallmann (prof. brasileiro na University of California), 2) um de LOD de Behaviors, do grupo da profa Elisabeth André (University of Ausburg,  Alemanha), 3) e alguns muitos trabalhos sobre personalidade, da sessão de papers Backchannels Simulation, Personality, Interaction Strategies e Emotion (nesta última estava incluso o meu paper), que eu marquei no papelzinho do schedule para ler com cuidado depois, em especial um que associa traços de personalidade e aquela teoria dos 4 temperamentos (melancólico, fleumático, sangüíneo e colérico) para gerar os comportamentos dos agentes, mas que eu não anotei qual é, vou ter que procurar nos proceedings. Teve também um de estudo de sorrisos, orientado pela profa Catherine Pelachaud (da CNRS-Telecom ParisTech).
  • Na hora do almoço (incluido na conferência), momentos emocionantes: sentaram na minha mesa os profs. Norman Badler e Paul Debevec… Ambos falaram um pouco comigo. Não deu pra engajar muito a conversa, pois eu realmente achei difícil esse primeiro contato de conversação, nunca fiz curso de inglês, meu inglês é restrito à leitura e escrita técnicas. Mas foi emocionante. Agora eles sabem que eu existo e sobre o que é a minha pesquisa :). Enfim, só nesse primeiro dia de conferência, já valeu a pena de verdade.
  • Voltando para o hotel no início da noite, me liga a mãe da Karine, do Brasil. Eu, bocaberta, que tava com um aparelho celular emprestado custei a perceber que era meu telefone tocando (eu não conhecia o toque, hehe). Karine estava atrás de mim para tomarmos um café juntas. Agora deixa eu explicar a história da Karine: ela é uma menina ali da igreja em que eu congrego, em Canoas. É sobrinha de uma amiga da mãe. Está na Philadelphia há um pouco mais de um ano, trabalhando como baby-sitter, num lugar maravilhosamente lindo (que eu conheci na quinta-feira, 6º dia). Pois é… num pais enoorme como os EUA, em que eu aleatoriamente fui parar nessa conferência, Papai do Céu me providenciou alguém da minha terrinha… Isso foi muito, mas muito legal.
    As meninas e eu. Karine é a mais da direita.

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    Então, de noitezinha, veio a Karine de carro, me pegou no hotel, e nos encontramos com duas amigas duas. Conversamos e comemos um lanchinho. E eu entreguei as coisinhas que  a mãe dela tinha mandado pra ela, o que a deixou toda  feliz. E eu, como sempre, fico boba de feliz de fazer as pessoas felizes :).

DIA 5

  • Foi o segundo dia da conferência. E o dia mais tenso pra mim, pois era o dia da minha apresentação. Na última sessão, último trabalho. Não adianta, enquanto eu não apresento, não consigo relaxar… Então, apesar de vários trabalhos potencialmente interessantes pelos títulos e pelo pouco que consegui prestar atenção, eu não consegui aproveitar muito.
  • No almoço, não me comuniquei com pessoas tão “famosas” (pra mim, nunca se sabe…). Quem sentou do meu lado foi um coreaninho muuuito educadinho, da Samsung. Ele conversou um pouquinho, mas é aquela coisa, meu inglês não me permitia ir a fundo nas conversas. Ele apresentou um pôster e uns trabalhos de emoções com robôs.
  • Minha apresentação ocorreu tudo dentro dos conformes. Eu imagino que foi uma apresentação modesta, limitada pela minha pouca fluência no inglês falado.  E, como foi a última apresentação, já um pouco atrasada (trabalhos antes de mim passaram do tempo) e quase na hora do festival de vídeos, fiquei surpresa porque não houve perguntas. Fiquei um pouco frustrada, tentando imaginar o porquê (“será que não me entenderam? será que foi tão ruim?? “).

    Minha apresentação

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  • Após o Festival e Videos (IVA GALA), que não me chamou muito a atenção, eu tava muito cansada. Fui pro hotel e dormi… Apesar da encucação do porquê de não terem feito perguntas, me senti tranquila pela missão cumprida. Dei o meu melhor, sou principiante (eu era uma das bebês da conferência) e sei que ainda posso  que melhorar bastante. Não passei vergonha e creio que não envergonhei ninguém. E isso se confirmou no dia seguinte…

DIA 6

  • Terceiro e último dia da conferência. A conferência terminou antes do almoço (fechamento),  de tarde tinha um workshop de alguma coisa (opcional), mas eu tava meio cansada (tipo, saturou a pobre cabecinha da Rho) e fiquei só até o fechamento mesmo. Mas foi nessa manhã que eu tive um feedback da apresentação do dia anterior. Dois professores, um da Universidade de Paris e um italiano (vou ficar devendo agora os nomes e dados deles, corrigirei mais tarde isso) elogiaram meu trabalho e fizeram algumas perguntas. Disseram que é um trabalho promissor. O professor francês deixou um cartãozinho dele comigo, que está na minha carteira. Recupero ele depois pra dizer quem é. Isso me deixou menos encucada que no dia anterior 🙂
  • Ao sair do hotel da conferência, dei uma volta na quadra, pra passear e tirar fotos. Nisso, juntou-se a mim uma sueca que estava na conferência, Mirjam Eladhari seu nome. Muito simpática e é a ela que devo o crédito das fotos da minha apresentação, que achei mais tarde no seu álbum. Fomos a um Dunkin’ Donuts pra pegar algo pra comer (no terceiro dia não ofereceram almoço na conferência, já que o fechamento foi de manhã) e almoçamos na sala de estar do hotel da conferência mesmo. Conversamos um pouquinho, ela é uma doutoranda e também está dando aulas, de metodologia científica. Ela é interessada em agentes autônomos em jogos, apresentou um trabalho sobre isso.
  • Depois disso fui para o hotel e descansei um pouco. Apesar de ter achado TUDO ÓTIMO na conferência, a falta de vivência com a língua estrangeira sobrecarregou minha cabeça. Precisei ficar algumas horas no hotel, em silêncio. Lá pelas 16h liguei para a Karine, e combinamos de eu ir no culto na igreja que ela está congregando lá. A princípio eu pegaria o trem e iria até a casa dela, mas no final o horário ficaria muito ruim, e ela me pegou no hotel.
  • O culto foi muuuuito legal, gostoso (calmo, como eu gosto). As pessoas muito queridas. Karine me apresentou ao Pr. Paul, muito simpático também. Naquela noite, ele falara da parábola do bom samaritano, enfatizando quem é o nosso próximo nos dias de hoje (não é só nossas pessoas queridas que nos cercam, pode ser um “samaritano” — alguém que nossa sociedade  despreze), e que Jesus quer que façamos o bem a eles. Lembrando: devemos amar nosso próximo como a nós mesmos. Foi um momento gostoso, em que me senti acolhida pela família da fé. 🙂
    Pretzels após o culto, nham nham

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  • Depois, fomos num lugar chamado Wawa, e compramos deliciosos Pretzels (aliás, é uma das comidas “típicas” da Philadelphia) e comemos acompanhados de um milk-shake (outro clássico dos EUA!). Karine já tinha me feito comprar um na cantina da Igreja, que eu guardei e comi no café da manhã do dia seguinte. Delícias engordantes pra elefante.. hehe 🙂

DIA 7

  • Mais um dia livre, como foi sábado e domingo. Fiz passeios turísticos durante o dia todo, caminhei até o Sino da Liberdade (Liberty Bell) e Penn’s Landing (onde tem um rio e pontes bonitas). Comprei algumas lembrancinhas também. O dia estava lindo (como todos os outros).
  • Almocei no hotel mesmo, lá pelas 14h30, um delicioso sanduíche e suco de laranja comprado no Starbucks do meu coração, depois de 4 horas de caminhadas pela cidade.
  • De tardezinha (lá pelas 17h) peguei o trem para a casa da Karine. Peguei na Subway Station, no centro da cidade (perto de onde eu tava) e desci há duas estações depois, na Overbrook Station. A casa da Karine era bem pertinho da estação. Nesse dia, pude então conhecer o típico bairro americano de classe média/alta. LINDO DEMAIS. Casas em estilo colonial, de madeira. Pátios grandes, sem cercas. Arborizado e… como lá tem muitas árvores de nozes… EU VI muitos ESQUILINHOS!!! Karine deu uma volta de carro comigo pelo bairro, e ainda me levou para um lugar um pouco menos movimentado, pra ver se eu enxergava VEADINHOS (bambis), que também tem um monte por lá. Mas naquele dia eles não quiseram aparecer.
    Lovely!!! Eu fiquei muito boba de vê-los... :)

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  • Depois fomos para a Best Buy comprar umas coisinhas eletrônicas (eu tinha umas encomendas e queria comprar um tablet pra eu desenhar). Consegui tudo lá. Pena que o tablet eu comprei errado, e não me acertei com ele… E depois fomos na Marshalls (uma loja de departamentos com muuuitas coisas  lindas e preços bons), onde comprei uma segunda mala pra poder levar as coisas todas. Nisso, Karine também fez comprinhas para eu mandar para seus familiares.
  • Depois disso, ainda fomo até a igreja para ajudar nos preparativos de uma campanha contra a escravidão/prostituição infantil que eles teriam no fim de semana. Sim, eu coloquei a mão na massa também. Como brincou Ashley, amiga da Karine: “Oh, more slaves!!” hehe :). Fiquei contente em ajudar a ajeitar um pedaço de papelão que seria usado para montar uma representação de bancada de bar. Enfim, eu jamais imaginei que iria participar dessas coisas por lá 🙂 Mas é aquilo, somos todos parte do mesmo corpo. Não importa aonde eu for, me sentirei acolhida pelos irmãos da fé.
    Ashley e Rho, fazendo pose

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  • Depois disso tudo, Karine me levou até o hotel (eu estava com o malão novo que comprei, e as muambas compradas pelas duas). Nos despedimos, e eu fico muito agradecida ao Papai do Céu por ter colocado a Karine no meu caminho durante essa viagem.

DIA 8

  • Bom… começou cedo, e foi o dia mais atrapalhado da viagem. Eu tinha que estar no aeroporto as 4:00 a.m, pois o vôo era as 6:00. Fiz o check-out lá pelas 3:30 a.m. Tudo ok, graças a Deus. Peguei o táxi e cheguei cedíssimo (não eram 4:oo ainda) no aeroporto de Philadelphia. Fiz check-in, despachei as bagagens e fui pra fila para embarcar. Foi aí que chamaram todos os que iam no meu vôo (conexão para Miami). Sem muitas explicações (“your flight will delay”) eles reencaminharam minha passagem para as 7:40 a.m. Trocou a companhia também, para a US Airways. Até aí eu tava tranquila, imaginei que eles soubessem o que estavam fazendo…
  • Meus hexbugs (nano e ant)!!

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    Nisso, deu um pouco mais de tempo para passear no aeroporto, e adquiri a coisa mais legal de toda a viagem: meus Hexbugs!!! Deveria ter trazido mais.. da próxima vez que eu for ou souber de alguém, vou encomendar!! (nerd, nerd, nerd)
  • Peguei o vôo pra Miami. Minha próxima conexão seria as 11:00 a.m. Porém… cheguei para embarcar as 11:00 a.m… avião levantando vôo… Perdi o.O. Momentos de tensão. Primeiro os caras da US Airways queriam tirar o corpo fora. Mandaram falar com a TAM (que era a responsável  pela viagem, de fato). Mas a loja e check-in da TAM estariam fechados até as 4:00 p.m!!! Foi então que a menina até então independente e forte não conseguiu segurar as lágrimas. Mas foi bom. Elas ajudaram a compadecer os americanos, e consegui entrar em contato com alguém da TAM que reencaminhou meu vôo para… as 8:00 p.m. ¬¬ Bom, depois de tudo acertado, apesar do cansaço, o negócio era curtir o aeroporto de Miami. Lindíssimo. E aí comprei um monte de lembrancinhas de lá, com flamingos e golfinhos. Comprei até uns de pelúcia para mim ;). Lá estava eu, no Estado da terra dos meus sonhos (Disney World)… Mas claro, não era chegada a vez. Às 4:00 p.m., quando abriu o check-in, soube que minhas malas estavam bem, e partiriam comigo no mesmo avião (a US airways entregou direitinho, ufa!).
  • Último lanchinho, no belíssimo aeroporto de Miami

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  • Bom… depois de tanto passear pelo aeroporto onde QUASE SÓ SE FALA ESPAÑOL, fiz meu último lanchinho e embarquei para Guarulhos, e de Guarulhos pra POA. Acabei chegando só sábado, dia 25 (eu deveria chegar sexta, dia 24, de  noite) de manhã. Foi beeem cansativa essa volta, devido aos estresses. Mas, no final, rendeu lembrancinhas de Miami, que certamente eu não teria tempo de comprar de tivesse pegado o vôo certo.

RESUMINDO…

  • Foi um tempo de aprender, desde a lidar com pessoas que falam outra língua, se virar sozinha, saber lidar com imprevistos… fora o aprendizado na própria conferência, sobre minha área
  • A conferência estava ÓTIMA, creio que deu para dizer “Hello World! I’m here and this is my research work!”.
  • O Badler e o Paul Debevec FALARAM COMIGO!!! 😛 😀 Eu só não pedi pra tirar foto na hora porque achei que seria muuuito amadorismo…
  • Ainda pude fazer turismo e conhecer lugares que jamais imaginaria conhecer (como a parte de bairros e a igreja, além de que a Best Buy teria sido muito difícil de ir com transporte público, era bem longe e requereria mais de um tipo de transporte)
  • Papai do Céu é muito bom. Além de me proporcionar essa oportunidade, ainda colocou pessoas queridas ao meu redor. Agradeço a Deus pela vida da Karine.
  • Philadelphia é linda. I <3 Philly! 😉 Espero poder voltar algum dia…
  • Nesses próximos 10 anos, quero ir pra Disney!!!! 😉

O álbum completo pode ser encontrado em:

Philadelphia2010


NOVO! (em 29/04/2012 e testando…)
O álbum das coisinhas que comprei lá. Em breve post sobre isso (fotos, coisinhas e Philadelphia)

4 thoughts on “Philadelphia

  1. admin says:

    Siiiim, dele próprio 🙂 E ele é uma pessoa real… e falou comigo!! hehe 🙂 Fiquei muito feliz em conhecer o Debevec e o Badler..

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