Há alguns dias ando com uma vontade grande de desenhar. Sempre gostei de desenhar, apesar de reconhecer que meu talento é bastante limitado. Assim como nas minhas poesias, um dos objetos preferidos de meus desenhos são os elefantes. Explico: meio que num auto-desafio bobo, durante minha graduação, eu resolvi escrever um “livro” inteiro só de “poemas rimantes” sobre… elefantes! Nada poderia ser mais excitante. A idéia básica era tentar fazer poemas viajantes de rimas simples com a palavra elefante. No início também tem alguma prosa, sobre elefantes cor-de-rosa. Já me bobeei bastante, não querendo liberar o tal “livro” antes. Hoje estou confiante: ei-lo nesta estante! 😉 Fico imaginando o que as pessoas que se derem ao trabalho de ler vão pensar: instigante?, interessante?, irritante?, apavorante?, frustrante?, brilhante?… OBS.: Eu não uso nada “alucinante”. 😛
Pois bem, voltando aos desenhos. Hoje rabisquei um pouco, e saiu o desenho abaixo. Pretendo retocá-lo outro dia. Infelizmente, estou sem lápis de cor em casa, não tenho scanner nem tablet pra desenhar (minha tentativa de compra failed! 🙁 ). Então tive que fotografar mesmo. Apliquei só um efeitozinho no Power Point (eita preguiça!) pra tentar deixar a transição com o branco menos tosca. Além do desenho, inspirado por alguns momentos filosofantes da semana, emergiu um pequeno poema (em inglês!), o que me levou à idéia de levar o desafio agora para o tempo do doutorado, de fazer uma coletânea de poemas em inglês sobre o mesmo tema e afins. Não estou prometendo nada, isso me veio num rompante. Eis o poeminha e o rabisco.






